domingo, 8 de março de 2009
Continuação XI - Capitulo 1 ─ O Começo
Jean ajudava July a andar a procura de um local seguro. Juntas foram para de baixo da mesa.
─Fique aqui, vou ajudar os outros. ─Disse Jean assim que July si sentiu segura.
July obedeceu sem hesitar, via toda a cena que ocorria no local, Marcos e Dimitry tentando impedir a aproximação de um Lobisomem com traços femininos. Alex e Jean procuravam uma saída enquanto Aaron lhes dava cobertura. Colin matara uma das criaturas e lutava com a outra.
July meio que assustada com a cena levou a mão para trás. Sentiu que pegou em algo cilíndrico e gélido. Ela virou a cabeça lentamente e viu que segurava um braço logo soltando um agudo grito de horror.
Jean correu para ver o que acontecia deixando Alex e Aaron procurando a saída.
─O que aconteceu?
─Olhe. ─July lacrimejava, e tinha seus olhos fechados.
Jean sorriu vendo que o braço saia de um buraco no chão.
─Parabéns, você achou a saída.
Jean acenou para Alex que avisou aos outros. Colin deu mais um tiro de 12 nos dois últimos lobisomens.
Colin e Dimitry continham a entrada de mais lobisomens enquanto o resto da equipe entrava pela passagem “encontrada” por July.
─Vá já passaram todos, falta somente nós dois.
O alemão fez sinal de negativo e fez gesto com a cabeça para que Colin fosse primeiro.
─Mas...
Antes que Colin dissesse algo Dimitry o empurrou com o próprio corpo o jogando dentro para trás. Colin entendeu que não mudaria o Alemão de idéia e entrou. Ficou esperando que Dimitry entrasse, mas ele não foi, até que dois lobisomens o cercaram e ambos agarrando cada um dos braços de Dimitry e os arrancando. Outro lobisomem pulou sobre o tórax do alemão abocanhou sua cabeça.
Colin si apreçou em fechar a entrada, para que as feras não os seguissem.
Helena veio feroz para cima de Colin.
─ Como pode deixa o Dimitry lá, abra a entrada e o deixe entrar.─Helena batia no peito de Colin.
─Dimitry está morto.
Helena caiu no choro, chegou a soluçar.
─ Acalme-se, ele não teve culpa. ─July tentava acalma-la.
Marcos a olhava piedosamente, sabia do passado de Helena e Dimitry. Sabia que os dois treinaram juntos e desde então criaram uma grande laço que os unia, com toda certeza a perda de Dimitry iria deixar uma enorme cicatriz em Helena.
─ Meu deus, esse é o corpo de Schester. ─July analisava o corpo caído logo abaixo da entrada, cujo braço havia sido arrancado.
─ Peter Schester? ─Perguntou Aaron.
─Sim, ele estava na minha equipe.
─Mas como você sabe que é ele? Seu rosto está todo deformado.
─ Olhei a identificação... Você não é muito esperto é?
─Engraçadinha.
─ Vamos, podemos achar sobrevivente. ─ Ordenou Marcos.
Alex interveio.
─Marcos?
─Sim.
─ Acho que devemos investigar o que está acontecendo aqui. E acabar com essas coisas. ─ Alex respirou fundo─ Imagine se mais monstros como aqueles forem para a cidade. Parkin Hill não é muito longe daqui.
─ Isso não é problema meu, minha missão é apenas resgatar a Primeira Equipe, somente isso.
─ Por favor. ─Jean si aproximou vendo que Alex não teria tanto sucesso. ─nos ajude, há muitas vidas em perigo.
Continua...
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Continuação X ─Capitulo 1 - O Começo
Jonathan estava sentado numa poltrona de frente a lareira apagada. Olhava as estantes abarrotadas de livros da Biblioteca de sal casa. Estava pensando em Felícia, realmente havia gostado da garota. Pensava também na proposta de Edward e Yamato.fizera.
Jonathan levantou-se da poltrona e caminhou pela biblioteca. Alguém entrou.
─O senhor Precisa de algo? ─ Disse a empregada
─Não, si precisar eu aviso. Agora me deixe sozinho.
Sem hesitar a empregada assentiu e si retirou.
Jonathan foi até a mesa e pegou o telefone. Discou alguns numero e esperou.
─Escritório do Senhor Beckinsale, Boa noite!
─Alô! Poderia passar a ligação para ele, é o filho dele Jonathan Beckinsale.
─Sinto lhe informar, mas seu pai já saiu.
─Ah sim, obrigado!
Jonathan desligou o telefone. Saiu andando da biblioteca e foi para o hall, lá havia uma grande escada com corrimãos belamente talhados
Ele sentou na cama e olhou pelo quarto. Olhou para um criado mudo ao lado da cama e abriu uma gaveta, de lá retirou uma foto sua e de seu pai. Os dois estavam abraçados, e seu pai vestido de Papai Noel. Jonathan deveria ter mais ou menos cinco anos na foto. Mas ele si lembrava como si fosse hoje, daquele ultimo natal em que passara junto com seu pai. Desde então sempre passava essa data, assim como os outros dias do ano com os empregados.
O pai de Jonathan era um cientista renomado. Trabalhava em pesquisas genéticas,
Jonathan guardou a foto no criado mudo novamente, e desceu para a biblioteca. Lá ele começou a olhar os livros, muito deles nunca tocados. Até que encontrou um livro sem nome. Jonathan arqueou a sobrancelha, puxou o livro, que não saiu por completo. Jonathan olhou a capa e viu que tinha alguns botões enumerados. Ele digitou “21/O5/1985”. Uma das estantes si abriu como uma porta, Jonathan adentrou.
Era um cubículo, tinha mais ou menos vinte cinco metros quadrados. Tinha vários monitores que mostrava varias partes da casa, e o laboratório de seu pai. Jonathan não sabia onde si encontrava tal cômodo, provavelmente era um cômodo secreto onde o Senhor Albert não gostaria de ver seu filhinho abelhudo mexendo. Jonathan saiu da sala assim que escutou os passos de alguém si aproximando. Tranca a porta e fica sentado na poltrona como si nunca tivesse encontrado a sala.
Continua...
Continuação IX ─ Capitulo 1 - O Começo
Sozinha perdida na Floresta Helena tentava encontrar o mosteiro onde Marcos, Aaron e Dimitry foram. Ela estava exausta, e por sorte não havia encontrado nenhum lobo mais. A morte de Garret ainda estava muito fresca em sua mente e isso a incomodava. Em alguns instantes ela pensou em desistir e esperar que um daqueles animais aparecesse e a devorasse, mas, ela estava decidida a encontrar os outros companheiros de equipe.
O sol já si punha ao Oeste da floresta. Helena não percebera quanto tempo já havia passado. Não podia acompanhar o sol, pois a floresta era bem densa, apenas alguns feixes de luz ousavam penetra-la.
Finalmente depois de uma longa caminhada Helena encontra o Enorme muro do mosteiro, com seu portão entre aberto. Uma ponta de esperança surgiu no coração de Helena. Ela correu e adentrou ao mosteiro, fechou o portão a suas costas.
O lugar estava deserto, não se ouvia barulho algum. O sol já sumira quase por completo, e Helena percebera as primeiras estrelas aparecerem. Foi até um canto e sentou-si no chão.
─Onde estão vocês? ─Sussurrou para si mesma.
Não estava com nenhum radio portátil, o seu havia deixado dentro do helicóptero.
Houve um silêncio até que o sol sumira por completo. Helena não poderia negar que o lugar lhe dava medo, parecia um castelo de filme de terror.
Passos começou a surgir do interior do pátio do mosteiro. Helena estava apreensiva e pegou seu Rifle Semi-automático. Quatro sombras começaram a crescerem nos muros.
─Quem está aí? ─Gritou Helena Meio assustada, mas ainda sim intimidadora.
─Acalme-se não lhe faremos mal. ─ Respondeu uma voz grave. ─Sou o policial Alex, eu e mais três pessoas estamos nos refugiando aqui.
─Vocês também viram aquelas coisas? ─ Disse Helena já um pouco encoraja, ela si levantou e caminhou na direção deles. Logo viu as quatro pessoas ali. Reconheceu de imediato o uniforme que uma loira usava. ─Você ─Ela apontou para a loira. ─ Você faz parte da equipe que perdeu contato com a base?
─Sim. ─Respondeu baixo.
─Aquelas Coisas estão aí fora ainda?─Perguntou a mulher de cabelos escuros, vestida como policial.
─Sim estão, mas já não vejo um há algum tempo. ─Respondeu Helena.
─Vamos entrar, lá dentro é mais seguro. ─Disse o homem de cabelos cumpridos.
Todos entraram em um salão de reuniões que era logo depois do pátio. O local tinha uma mesa grande e de madeira pesada, as cadeiras já eram bem velhas e pareciam não ser limpa há anos. Todos si apresentaram, e houve uma troca de informações, quando alguém bateu a porta.
─Abrram... abrram... ─Ouviu alguém gritar, logo em seguida alguns tiros e rosnados.
Colin e Alex correram com suas armas em mãos, e abriram à porta. Entram três homens com roupas iguais as de Helena e July. Mas estavam atrás deles um homem vestido com um jaleco e seus dentes eram desenvolvidos, seus olhos eram amarelos e em fendas, suas unhas eram grandes e afiadas. Colin sem hesitar atirou nele estourando sua cabeça e tórax. Alex fechou a porta.
─Meu Deus o que era aquilo? ─ Perguntou Jean.
─É um lobisomem. ─Disse Colin friamente.
─Como assim?─ Espantou-se Helena.
─São rápidos, fortes e uivam como lobos. E tem fome, muita fome de carne humana. ─ Explicou. ─ Quer um nome melhor?
─Então era isso que a Storm queria que averiguássemos por isso nos mandou. ─Disse July.
─Eu non voltarrei parra lá com aquela coisa esperrando. ─ Disse Aaron.
Dimitry, olhou para Aaron desanimado, fez alguns movimentos com a mão.
─Eu sei que aquela está morrte, mas com cerrteza há outrras, ouí?
Dimitry assentiu.
─Ela usava um jaleco. Pensei que aqui fosse um mosteiro. ─Disse Marcos que estava ao lado de Helena.
─Olhem pela janela. ─ Apontou Helena. ─ Tem mais lá fora. Não podemos sair por onde entramos.
Todos estavam assustados. Precisavam encontra uma saída.
Um das janelas foi quebrada, uma a uma os lobisomens começaram a entrar..
Continua...
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Continuação VIII ─ Capitulo 1 - O Começo
─E aí Johnny, como foi as ultimas aulas? Pensou em algo?─ Falou Yamato enquanto alongava, ele era do tipo que parecia adorar esporte.
─ Affs... vou sair daqui. Odeio quando vocês garotos começam aprontar. ─ Disse Renata si retirando de perto e indo para um grupo de garotas.
─Err... Não, não pensei em nada. ─Jonathan deu de ombros.
─ Pois eu pensei, ─disse Edward sorrindo maliciosamente.
O professor chegou assim que Edward explicou o que fariam para Johnny e Yamato. O homem era alto, tinha os cabelos raspados e seus olhos eram meio rasgados.
─ Vamos ter uma atividade em dupla, e essas duplas serão formadas por mim. O homem retirou um papel amassado da calça azul. E começu a ler.
─ As Duplas serão as seguintes: Milene e Calvin, Edward e Kelly, Yamato e Renata, Jonathan e Jefrey, Samantha e Kate e por ultimo Felícia e Daniel.
Jonathan olhou pelo ginásio e encontrou Felícia e Jefrey abraçados. Jefrey deu um beijo em Felícia e olhou pelo lugar, até que focou em Jonathan. Ele acenou para ele e foi em sua direção.
─Pois bem parceiro. Somos a dupla da vez.
Jonathan deu um sorrisinho azedo e assentiu. O professor pediu para alongarem, e depois treinarem com a bola arremessos um para o outro. Jonathan não propositalmente arremessou a bola em cheio no rosto de Jefrey que desviou.
─Hey, ficou maluco cara? ─ Jefrey resmungou pegando a bola e olhando meio nervoso para Jonathan.
─ Desculpe-me. Não foi minha intenção.
E assim seguiu o treino. Depois do dia cansativo Jonathan queria somente saber de sua cama. Estava no portão do colégio esperando que seu motorista viesse buscá-lo. Não demorou muito, um Crysler preto, do automóvel saiu uma Mulher loira de olhos castanhos, ela usava um uniforme de motorista feminino.
─Senhor Beckinsale. ─ A mulher sorriu para ele abrindo-lhe a porta traseira.
─Anastácia, têm noticias de meu Pai?─Disse enquanto entrava no carro e si acomodava deixando sua mochila em um canto. A mulher deu a volta e entrou pela porta dianteira do Carro.
─Ele disse que não sabe quando vem definitivamente para Parkin Hill, Disse que tem que resolver mais alguns problemas em Nova York, provavelmente na segunda-feira ele já estará aqui.─ A mulher acelerou e pela cidade.
─Affs... si ele iria mudar tanto a vir para cá por que me mandou primeiro, não gosto de ficar naquela enorme casa sozinho.
─Eu, o Mordomo e os outros empregados estamos a sua disposição.
─Não, Anastácia não estão. Vocês têm suas tarefas a cumprir, não têm tempo para perder comigo.
─Desculpe senhor Beckinsale, mas, você pode convidar seus colegas para ir a sua casa.
─Sério? Ótimo, tive uma excelente idéia.
O Automóvel entrou por enormes portões e atravessou um imenso jardim até chegar a frente de uma mansão de fachada medieval.
Continua...

domingo, 8 de fevereiro de 2009
Continuação VII ─ Capitulo 1- O Começo
Jean e Alex estavam cercados por cinco lobos. Ambos estavam apreensivos para qualquer movimento que os lobos fizessem.
O lobo que estava defronte a Jean deu um passo à frente. Jean percebera seus olhos vermelhos vivos, e seus dentes mais desenvolvidos do que o normal. Ouviu si cinco disparos.
─Não devem ficar parados muito tempo no mesmo lugar. ─Disse o homem alto de cabelos castanhos caídos nos ombros e olhos bem negros. Usava um jeans desbotado e uma camiseta marrom.
─Colin Willys?─ falou Jean meio pasma.
─ O próprio.
─ Você está preso Colin Willys. ─ Alex já apontava arma para Colin.
─Creio que a minha fará mais estrago do que a sua. ─ Colin sorriu ironicamente quando apontou a 12 para cabeça de Alex. ─ Esse não é um bom momento para falarmos sobre isso, tem uma jovem ferida logo à frente. Acho que ela torceu o pé.
─Onde ela está?
─Jean, você não vê que ele está mentindo?
─Alex, por favor, ele é inocente de todas as acusações, quem matou as oito pessoas foi o Irmão dele.
─Como assim?
─São gêmeos, Corbin, o irmão de Colin tentou matar todos daí...
─Eu descobri os planos de meu irmão e tentei impedi-lo, com isso eu o matei por acidente com uma de suas invenções. Logo foi pego em flagrante, como meu DNA e o dele são idênticos, não foi muito difícil acreditarem que quem causou todas as mortes fui eu.
─Eu não sabia.
─Muita gente não sabia. Agora vamos, temos que ajudar a garota.
Ouviu si uma explosão ao longe, os três olharam para o rumo do incidente quando uma hélice veio na direção deles. Colin saltou sobre Jean e a tirando da rota da afiada lamina.
Algo si mexeu atrás deles, quando si viraram uma jovem de cabelos curtos e loiros estava escorada em uma árvore.
─July, você não está bem. Eu ti falei para ficar onde estava.
A mulher olhou para Colin com um pouco de tédio.
─Não é meu Capitão para me dar ordens ok?
Continua...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Continuação VI ─ Capitulo 1 - O começo
─ Medo de que?... Arch, merda.
─ O que foi? ─Helena que antes estava olhando para a floresta a sua frente agora estava perto de Garret.
─ Aff... Cortei a mão.
─ Foi bem fundo, ─ Helena fez careta ─ Estanque com isso. ─ Helena retirou do bolso do uniforme um rolo de bandagem e entregou a Garret.
O homem enfaixou cuidadosamente a mão. Sorriu grato a Helena foi para cabina.
Helena voltou a olhar a floresta, ouviam-se alguns ruídos, provavelmente de animais. Lobos eram muito comuns naquela região.
─ Devo está louca. Com toda certeza eles estão bem. ─Ela sacudiu a cabeça como si espantasse um pensamento ruim, e voltou sua visão novamente ao helicóptero. ─Garret cuidado.
Havia três lobos dentro do helicóptero, um deles já si dirigia à cabina quando Helena gritou por Garret. Os outros dois olhou para ela ferozes. Helena pegou seu Rifle semi-automático e descarregou nos dois lobos que caíram mortos no chão. As hélices da Aeronave começaram a girar ganhando velocidade. Helena gritou Garret, mas esse não a ouviu. O helicóptero começou a subir quando si ouviu dois tiros e logo um rosnado auto e a janela da cabina ficando vermelha de sangue. O helicóptero inclinou-si para a direção de Helena que viu Garret morto na cabine. As hélices começaram a golpear a terra e ir na direção de Helena. A mulher correu descontrolada rumando à floresta, si distanciando o suficiente para apenas ver a explosão da aeronave.
─ Meu Deus, Garret.
Helena precisava avisar os outros antes que o mesmo acontecesse com eles.
Continua....
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Continuação V ─ Capitulo 1- O começo
As ruas de Parkin Hill estavam bem movimentadas naquela tarde de sexta-feira. Fazia um jovem olhar pela janela e lembrar de sua antiga vida na movimentada Nova Iorque durante a entediante aula de História. Aquele era o terceiro dia de Jonathan no colégio de Parkin Hill. Não fizera nenhum amigo, ficara calado o tempo todo. O sinal finalmente tocou, mas era para a aula de Inglês. Calmamente Jonathan pegou seus objetos e saiu da sala, caminhou lentamente pelo corredor até chegar à sala O7. Parte dela estava ocupada, Jonathan sentou em uma carteira no canto da Janela.
─Boa Tarde!! ─Chegou uma garota de longos cabelos negros e muito lisos.
Jonathan ergueu seus olhos verdes vivos e encontrou os belíssimos olhos azuis profundos da garota.
─Oi.
─Você é novo aqui?
─Sim, sou sim. Esse é meu terceiro dia.
─Legal. Renata Gougot, prazer. E você é?
─Jonathan Beckinsale.
─E então, Johnny, posso ti chamar assim né?─ Falou a garota sentando na carteira ao lado da dele. ─ Fez alguns Amigos?
─Não, digamos que não sou muito comunicativo.
─Entendo. Bom, no intervalo vou apresentá-lo a minha turma.
─Claro.
A professora adentrou a sala e começou a aula.
A aula correu bem, para felicidade de Jonathan. E finalmente chegou tão aguardado intervalo.Logicamente era mais aguardado pela bela Renata. Os dois atravessavam o pátio, Renata com uma calça jeans claro e uma blusa de manga cumprida de tom lilás e Jonathan com um moletom listrado horizontalmente de tons cinza e a calça jeans escura.
Chegaram a uma roda de seis pessoas.
─ Oi gente! ─Renata chegou com um sorriso no resto.
─Oi!!─ disse todos juntos.
─Esse aqui é o Jonathan Beckinsale.
Jonathan sussurrou algo como “ola!” ou um “opa”.
─Affs...─Renata pegou ele pelo braço e começou a apresentar um por um, primeiro foi um asiático alto, o nome dele era Yamato Fujiwara, era um garoto aparentemente bem extrovertido. As próximas foram duas garotas gêmeas, ambas loiras e de olhos azuis, eram muito bonitas, seus nomes eram Kate Summers e Kelly Summers. O seguinte foi um garoto mais robusto, tinha os cabelos loiro escuro e arrepiado, seus olhos eram castanhos, seu nome era Daniel Lively. Depois veio uma garota de cabelos cobre e todo cacheado, seus olhos negros e redondos, era bem bonita também seu nome era Joane Coner. Logo em seguida veio dois irmãos gêmeos não idênticos, um menino e uma menina, o garoto tica cabelos lisos e castanho escuro, a garota tinha longos cabelos ondulados da mesma cor do irmão, os dois imãos tinham belas safiras nos olhos. Eram Edward e Felícia McDowney.
Jonathan parou seus olhos verdes em Felícia, a garota sorriu olhando em sua direção.
─ Belos cachinhos.─ Disse um garoto de cabelos claros e lisos que chegou por de trás de Jonathan, ele foi direto em Felícia e a abraçou. ─Ah, o novato da escola... Sou Jefrey Durance e você é o Jonathan num é? Ti vi na aula de História, sentei do outro lado da sala.
Jonathan si lembrou de ter o visto quando entrou na sala, mas estava tão preso a suas lembranças que não gravou rosto algum de seus colegas de classe.
─ Venho conosco Jonathan,─ disse o asiático e Edward.─queremos ti mostrar uma coisa.
─Ok .─ já sendo puxado pelos mais novos amigos de Escola.
─Percebemos sua olhada pra a Felícia. ─ Falou Yamato assim que distanciaram um pouco do grupo.
─ E eu só falo uma coisa. ─ameaçou Edward.
─ Desculpem, eu não sabia que ela tinha namorada. Não foi minha inten...
─Cala a boca e escuta, ─ falou Edward─ Já estávamos querendo nos livrar do chatolino lá.
─ E você caiu como uma luva.
─ Nem vem, não vu separar ninguém. ─Jonathan olhou sério aos dois, mas depois abriu um largo sorriso. ─ Quando eu posso começar?
─ Cara, sabia que poderia contar com você.─ Sorriu Edward batendo nas costas de Jonathan.
─ Nossa, você nem me conhece direito e já ta assim. E si eu fosse um psicopata?
─ Teríamos percebido.
Continua...
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Continuação IV ─ Capitulo 1- O Começo
Jean descera da viatura assim que Alex a estacionou no canto direito da estrada, caminharam até a carcaça do veículo carbonizada onde um homem negro de muito gordo, prendia um cabo que ligava ao caminhão de reboque estacionado alguns palmos à frente.
─Hey, senhor! ─Alex abordou o homem.
─Em que posso ajudá-lo policial?
─Eu gostaria que o senhor me falasse tudo que sabe sobre o acidente.
─Tudo o que sei é que transportava um homem, mas daí perdeu o controle do carro bem ali..─Apontou seu grosso dedo indicador para um ponto onde havia uma marca de derrapagem.─ E que bateram naquela árvore logo depois daquela pedra.
─Muito Obrigado Senhor. ─ Alex agradeceu e foi até a árvore que tinha parte de seu tronco queimado.
Jean o seguiu de perto olhando cada detalhe.
─Os corpos já foram levados para Mangstfield. ─ Gritou o homem que agora estava dentro do caminhão de reboque.
Jean sorriu ao homem que puxou o resto da carcaça para cima da traseira do caminhão.
Ouviu ele acelerar e seguir rumo a Parkin Hill.
─Acho que ele não está muito longe.
─Ele quem?─Perguntou Alex ao escutar Jean.
─Colin Willys, ele provavelmente está ferido e algemado, não será muito difícil encontrá-lo.
─Mas...
─O que é Garotão? Não confia em min? ─Ela si aproximou de Alex e o abraçou pela cintura, percebeu a reação de Alex quando seus corpos estavam juntos.
Alex ficou vermelho.
Resolveram então, entrar na floresta. Caminharam um bocado de tempo.
─Veja... ─ Alex viu um volto passar rapidamente.
Ambos correram na direção do vulto, até que acharam uma cabana, a porta estava entre abertae por ela saía um pequeno feixe de luz. Jean olhou seu relógio de pulso.
─ São 13 horas.
─E?
─Não é hora para acender luzes.
Alex entendeu.
O casal de policiais correu até a porta, ambos retiraram as armas que estavam no suporte da cintura. Alex olhou para Jean e sussurrou “Agora”.
Jean e ele entraram na cabana.
O local era pequeno e tinha apenas dois cômodos, a luz vinha do segundo.
Os policiais entraram, e encontram um corpo com a cabeça estourada, a parede estava repleta de sangue e miolos. Jean si segurou para não vomitar.
─ Colin Willys é mais cruel do que eu pensei. ─surrou Alex.
─Esse homem era um caçador, e Colin pego algumas de suas armas, e a arma que causou a morte desse homem foi uma
─Como sabe disso?
─ Tem um suporte de armas na parede. E esse estrago na cabeça dele é característica de uma “
Alex Ficou calado.
─ Temos que acha-lo rápido. ─ Jean disse em voz baixa.
─ Vamos. ─ Alex si virou rumo à porta quando um animal pulou sobre ele e o derrubou no chão. O policial tentava segurar a bocarra do lobo que tentava morder lhe o pescoço.
Jean deu três tiros no lobo que a olhou feroz. Ela estremeceu por alguns instantes. Violentamente ela chutou o lobo que avançou sobre ela.
─Morre..─Alex disse atirando com sua arma na cabeça do animal, antes que este machucasse Jean.
O corpo do animal caiu no chão
─Meu Deus...
─Acho melhor sairmos daqui.
Continua...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Continuação III ─ Capitulo 1 - O começo
Como si fosse um déjà-vu um helicóptero sobrevoava a floresta aos pés do Monte Wesker. Em uma pequena estrada abaixo da aeronave passava uma viatura, Marcos Cordeiro, líder da equipe nem a notou, fitava os outros três ali dentro do helicóptero. A ruiva de cabelos crespos, Helena MacKinley, estava ao seu lado, sues olhos verdes estavam fixos na floresta. À frente de Marcos estava o francês Aaron DuLac.Ele era uma sujeito alto e forte,tinha cabelos castanho-claro e olhos amendoados,sua atenção estava voltada aos Laptop no seu colo. Ao lado de Aaron estava o fuzileiro alemão Dimitry Alfandenigal,loiros e de olhos entre azul e verde, ele olhava para o teto da aeronave pensativo.O piloto era Garret Barker, um ex-piloto da Força Aérea Britânica.
Aquela era uma Equipe mista, a única americana era Helena, que ainda sim era filha de italianos.
Marcos estava si lembrando de sua terra natal, nascera no Rio de Janeiro e lá viveu até seus quinze anos que foi quando seus pais mudaram para Nova Iorque e lá vivem até hoje.
─ Aaron, procure o ultimo contato da primeira equipe com a base.
─ Clarro, esperre um stante, ouí?
O francês procurou algo no computador e logo apertou a tecla Enter.
“Aqui é July Madson,já si passou mais de meia hora que o Capitão Cyrus e os outros membros da equipe entraram no mosteiro,hã, Capitão? ─ ouviu-si alguns passos e um rosnado ao fundoi. ─ Meu Deus!, são lobos, de pressa Ajud...”
─ Prronte.
─É..é..é isso?─ sussurrou helena um pouco assustada.
─ Ouí.
─ Não temos muito tempo. ─ bufou Marcos.
─Vejam, aconteceu algo ali. ─ Helena apontava para uma carcaça de um veículo carbonizado.
─ Tem uma viatura indo pra lá, não si preocupe.
Dimitry parecia querer dizer algo, apontava para a floresta.
─ O que foi Dimitrry?─ Aaron tentava entender o que o Alemão mudo tentava dizer,olhou para onde ele apontava.─ Garret, tem uma clarreirra à sua dirreita, acho que é um bom local parra pouso.
─ Estou vendo.─Respondeu o britânico da cabina.─ Podemos pousar ,Senhor Cordeiro?
─Pouso autorizado Senhor Barker.─ Marcos disse sem hesitar.
A aeronave fez uma curva em direção à clareira, o pouso foi bem tranqüilo.
Continua...
domingo, 11 de janeiro de 2009
Continuação II- Capitulo1: O Começo.

Continua...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
-Continuação- Capitulo 1: O Começo
• Centro de Treinamento Storm
Três fileiras de mesas estavam dispostas em um salão, cerca de duzentas pessoas estavam conversando ao mesmo tempo quando um enorme monitor ligou surgindo o homem de cabelos grisalhos e óculos redondos, uma legenda estava no canto direito da tela com o nome Ernesto Ulliel.
-Há algumas horas atrás o Esquadrão do Capitão Cyrus fora mandado para uma expedição em uma região do estado de Bargalkins, mas não tivemos mais noticias nas ultimas cinco horas. Logo estou designando um novo grupo para o resgate e esse grupo será composto por... -o homem pegou uma folha e imediatamente a esquerda do monitor apareceu uma coluna – Marcos Cordeiro, Aaron Dulac, Helena MacKinley, Dimitry Alfandenigal e Garret Barker. –de imediato os nomes foram aparecendo na coluna juntamente com suas fotos. Entre as duzentas pessoas ali presentes, cinco estavam de pé. –Compareçam na minha sala em vinte minutos.
O monitor desligou.
Passado os vinte minutos os cinco estavam presentes em uma luxuosa sala decorada com cortinas marrons com o logotipo Corporação Storm perfeitamente bordado a mão.
A porta atrás deles si abrira quando um Ernesto, acompanhado de seus seguranças, adentrou na sala.
-Parabéns pela pontualidade. –Dissera enquanto caminhava e sentava em sua poltrona marrom, descansou seus braços sobre a mesa de mogno e sorriu aos presentes. –Como fora mencionado antes, perdemos contato com o grupo que fora mandado para uma região no estado de Bargalkins, em um outeiro chamado Monte Wesker. Suspeitamos tenha algo a ver com a presença de um de nossos acionistas na equipe, portanto quero que ajam com cautela e acima de tudo sigilo, pois, somos a maior e melhor agência de segurança do mundo e a segunda maior fabricante de armas bélicas, não seria nada bom se um incidente com nossa própria equipe chegasse aos ouvidos maldosos de da Imprensa nos cobiçosos de nossos concorrentes.
-Senhor, qual é o centro urbano mais próximo do Monte Wesker? –perguntou o homem de cabelos escuros e em corte militar.
-Parkin Hill senhor Cordeiro.As instruções foram dadas, um helicóptero os espera, podem ir.
Continua...
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Capitulo 1, O começo
Uma escada de cordas caíra de um helicóptero que sobrevoava a floresta que crescera ao redor da montanha Wesker. Nela cinco pessoas desceram fortemente armadas. O primeiro que desceu assim que tocou os pés no chão pegou um radio portátil.
-Capitão Cyrus falando.
Uma voz rapidamente respondeu.
-Vamos aguardá-los no antigo mosteiro na base do Monte Wesker,assim, Logo que terminarem a vistoria comunique no radio. -Assim desligou o radio.
-Qual será o motivo para a Corporação ter nos mandado aqui? –Disse o ultimo que descera das escadas.
A escada de cordas fora levada para dentro do helicóptero que seguiu para a montanha.
-Não sei Schester, mas ordens são ordens. -Disse a única mulher do grupo, tinha cabelos claros e curtos. -Esta é minha primeira missão e não quero que dê errado.
-É o que esperamos July,-Assentiu o homem ao lado de Cyrus.- mas, vamos largar de rodeios e vamos fazer a vistoria, quero ver minha filha ainda hoje.
-Muito bem- Cyrus começou.- Vamos no dividir, Greg, você e Schester vão pelo oeste. July vá direto para o mosteiro e nos espere lá, e Você, Pearson, vai comigo pelo leste do monte.
- Aff... Cyrus, não me trate como eles, estou aqui só por curiosidade. Não pretendo ser um de seus subordinados.
-Senhor Benjamin Pearson. Desde o momento em que o senhor entrou na minha equipe, não importa si foi por curiosidade ou por outro interesse particular, o Senhor será meu subordinado, quer queira ou não. Então Venha comigo agora.
Pearson estremeceu, e assentiu para Cyrus.
-Muito bem, - Continuou Cyrus- vamos nos encontrar em meia hora no Antigo Mosteiro do Monte Wesker. Qualquer coisa estranha que verem avisem pelo radio. Agora vão.
-Entendido Senhor.-Respondeu todos ao mesmo tempo, e tomaram suas direções.